22 agosto 2011
Oração do lar
01 junho 2011
Mês de maio
tive experiências únicas!
minha comunidade virou um caldeirão mariano!!! amém!
Começamos com a missa em homenagens ao dia das mães!
Uma missa linda que teve a participação da crianças da catequese!
E no dia 29 de maio foi grande dia a coroação de nossa senhora!
foi um dia corrido mas no final valeu apena! eu minha esposa acordamos cedinho! a Marcela (minha esposa) foi lavar algumas roupas que serão usadas mais tarde na coroação e logo depois fomos pegar o tecido da decoração que recebemos de doação e corremos pra capela, pegamos algumas mesas emprestado da escola do bairro, começamos pela faxina e depois a decoração que durou o dia inteiro! Tudo pronto, chegando a noite! Tudo como tinhamos planejado! lindo!!!O roteiro da coroação e as fotos eu posto no decorrer da semana!
Foi lindo de mais! tinha gente chorando!
Amém!
COMO FOI SEU MÊS DE MAIO?
Espero que entendam a falta de postagens durante esse mês!
O mes de junho o blog vem com muitas novidades!
Nós daremos um livro de presente! para um de nosso seguidores!
07 abril 2011
LUTO aos "brasileirinhos"
12 janeiro 2010
Reunião de Pais - Sugestões
Propostas para os encontros com os pais de crianças de catequese
Na Catequese, uma Reunião de Pais deve ser um encontro onde se:
– construa um ambiente evangelizador;
– sensibilize os pais sobre o seu papel na catequese.
Nestes encontros, devemos reforçar o que o Concílio Vaticano II afirmou: “a família é a primeira escola de virtudes sociais, de que todas as sociedades precisam. Este dever da educação familiar é de tal importância que, quando falta, dificilmente pode ser substituído”(GS 3; cf DGC 179).
Precisamos de sublinhar sempre que os pais são “os primeiros e principais educadores”(GS 3), pois “a família constitui para a criança a primeira comunidade na qual vai desenvolver-se a sua fé” (Pio XII). A catequese tem de manter uma ligação constante com os pais e outros agentes educativos (como a escola).
Como organizar uma reunião de pais?
Em primeiro lugar, deve-se ter em conta questões relativas ao encontro propriamente dito:
1. Convocatória / convite – Esta convocatória/convite deve ser: enviada atempadamente, com linguagem clara e simples, mas suscitar curiosidade e interesse pelo tema a ser apresentado; explícita quanto ao local e hora onde se realiza.
2. Ordem de trabalhos – Deve indicar de forma objectiva quais os momentos em que a reunião se vai desenrolar. Por exemplo: oração inicial, tema principal e sub-temas, oração final.
3. Acolhimento – Como na catequese, também o acolhimento aos pais é muito importante. O ambiente deve ser cuidado: sala limpa, bem iluminada, com cadeiras para todos, dispostas de maneira adequada às estratégias que se vão desenvolver; com arranjos florais, música de fundo, etc.. Os catequistas devem estar disponíveis para um bom acolhimento humano, recebendo os pais e, à medida que vão chegando, identificando-os como os pais de …, cumprimentando-os, suscitando avontade, saudando-os cordialmente todos e dando as boas vindas.
4. Apresentação do Tema – Na apresentação do tema, sugerimos que se siga o itinerário catequético, isto é, partir da vida dos pais, iluminá-la com a Palavra (desenvolvimento do tema) e, por fim, levar à conversão em ordem a um agir novo. O animador (pároco, catequista ou convidado) deve recorrer a métodos activos que incluam (se conveniente) dinâmicas de grupo e audiovisuais.
5. Oração e cântico final – Devem ser escolhidos de acordo com o tema, com letra e música fáceis (ensaiado atempadamente por exemplo durante o acolhimento).
6. Breve convívio – Onde se crie espaço para os pais dialogarem com os catequistas dos seus filhos. Se se puder terminar a reunião com um pequeno convívio à volta de uma mesa com um chá e alguma coisa a acompanhar, isso pode “quebrar algum gelo” e predispor para próximas iniciativas.
Ligação entre os pais e a catequese paroquial
Lembrar a existência de momentos nos quais é imprescindível a colaboração dos pais com a catequese paroquial:
– perguntando aos filhos o que deram na catequese;
– utilizando o espaço "em família" nos novos catecismos da infância;
– rezando com os seus filhos (de manhã e à noite, antes e depois das refeições);
– chamando-lhes a atenção para o tema do encontro da semana em ocasiões oportunas, etc.
Articulação entre Paróquia e Família
Esta articulação deve possuir algumas características que se podem apresentar em quatro verbos:
Ser – os filhos precisam de “dar conta” da correspondência entre o que dizemos e o que fazemos, o que exigimos e o que somos.
Falar – tendo em conta as suas perguntas, devemos apresentar a fé como uma realidade dinâmica e prática.
Interessar-se – nada do que se passa na catequese paroquial deve estar fora do interesse dos pais…
Celebrar – celebrar e viver cristãmente as diversas realidades familiares… oração… Eucaristia… sacramentos…festas…
Temas para reuniões com pais
Proposta de temas para reuniões de pais:
* As características psicológicas da idade
* O conteúdo do programa de catequese e do catecismo
* As festas de final de ano
* Relacionar o tema do ano pastoral da Diocese com o tema do catecismo
Na Catequese, uma Reunião de Pais deve ser um encontro onde se:
– construa um ambiente evangelizador;
– sensibilize os pais sobre o seu papel na catequese.
Nestes encontros, devemos reforçar o que o Concílio Vaticano II afirmou: “a família é a primeira escola de virtudes sociais, de que todas as sociedades precisam. Este dever da educação familiar é de tal importância que, quando falta, dificilmente pode ser substituído”(GS 3; cf DGC 179).
Precisamos de sublinhar sempre que os pais são “os primeiros e principais educadores”(GS 3), pois “a família constitui para a criança a primeira comunidade na qual vai desenvolver-se a sua fé” (Pio XII). A catequese tem de manter uma ligação constante com os pais e outros agentes educativos (como a escola).
Como organizar uma reunião de pais?
Em primeiro lugar, deve-se ter em conta questões relativas ao encontro propriamente dito:
1. Convocatória / convite – Esta convocatória/convite deve ser: enviada atempadamente, com linguagem clara e simples, mas suscitar curiosidade e interesse pelo tema a ser apresentado; explícita quanto ao local e hora onde se realiza.
2. Ordem de trabalhos – Deve indicar de forma objectiva quais os momentos em que a reunião se vai desenrolar. Por exemplo: oração inicial, tema principal e sub-temas, oração final.
3. Acolhimento – Como na catequese, também o acolhimento aos pais é muito importante. O ambiente deve ser cuidado: sala limpa, bem iluminada, com cadeiras para todos, dispostas de maneira adequada às estratégias que se vão desenvolver; com arranjos florais, música de fundo, etc.. Os catequistas devem estar disponíveis para um bom acolhimento humano, recebendo os pais e, à medida que vão chegando, identificando-os como os pais de …, cumprimentando-os, suscitando avontade, saudando-os cordialmente todos e dando as boas vindas.
4. Apresentação do Tema – Na apresentação do tema, sugerimos que se siga o itinerário catequético, isto é, partir da vida dos pais, iluminá-la com a Palavra (desenvolvimento do tema) e, por fim, levar à conversão em ordem a um agir novo. O animador (pároco, catequista ou convidado) deve recorrer a métodos activos que incluam (se conveniente) dinâmicas de grupo e audiovisuais.
5. Oração e cântico final – Devem ser escolhidos de acordo com o tema, com letra e música fáceis (ensaiado atempadamente por exemplo durante o acolhimento).
6. Breve convívio – Onde se crie espaço para os pais dialogarem com os catequistas dos seus filhos. Se se puder terminar a reunião com um pequeno convívio à volta de uma mesa com um chá e alguma coisa a acompanhar, isso pode “quebrar algum gelo” e predispor para próximas iniciativas.
Ligação entre os pais e a catequese paroquial
Lembrar a existência de momentos nos quais é imprescindível a colaboração dos pais com a catequese paroquial:
– perguntando aos filhos o que deram na catequese;
– utilizando o espaço "em família" nos novos catecismos da infância;
– rezando com os seus filhos (de manhã e à noite, antes e depois das refeições);
– chamando-lhes a atenção para o tema do encontro da semana em ocasiões oportunas, etc.
Articulação entre Paróquia e Família
Esta articulação deve possuir algumas características que se podem apresentar em quatro verbos:
Ser – os filhos precisam de “dar conta” da correspondência entre o que dizemos e o que fazemos, o que exigimos e o que somos.
Falar – tendo em conta as suas perguntas, devemos apresentar a fé como uma realidade dinâmica e prática.
Interessar-se – nada do que se passa na catequese paroquial deve estar fora do interesse dos pais…
Celebrar – celebrar e viver cristãmente as diversas realidades familiares… oração… Eucaristia… sacramentos…festas…
Temas para reuniões com pais
Proposta de temas para reuniões de pais:
* As características psicológicas da idade
* O conteúdo do programa de catequese e do catecismo
* As festas de final de ano
* Relacionar o tema do ano pastoral da Diocese com o tema do catecismo
28 novembro 2009

O QUE É O EVANGELHO NO LAR?
É uma reunião familiar, constituída de preces, leituras evangélicas e
comentários edificantes com base nos ensinamentos de Jesus.
01 agosto 2009
A família é tudo
A FAMÍLIA É TUDO TAMBÉM NA CATEQUESE.MAS É PRECISO EXERCITAR
Todo o sábado pela manhã visito a minha mãe. Jogamos conversa fora, falamos da vida e tomamos um gostoso café.
Minha mãe é uma pessoa simples, com pouco estudo, mas é um poço de sabedoria. Uma vez por mês visito meus tios que moram na Terceira Légua, zona rural de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul.
Estão velhinhos mas são lúcidos, conscientes, inteligentes e dispostos. Eles adoram uma visita, sentem-se valorizados. Damos boas risadas quando nos encontramos. Estas visitas não passam de uma hora, no máximo duas.
Costumo ligar seguidamente para as minhas irmãs (tenho três, todas casadas). Não ficamos muito ao telefone e, quando ligo, é apenas para lhes dizer um oi. As vezes estico a conversa e pergunto como estão ou conto uma piada. Em outras ocasiões estou pronto para ouvir seus desabafos e elas também ouvem minhas angústias, quando necessário.
Nossas conversas não são longas, embora freqüentes No último domingo eu, minha mulher, meu irmão, minha cunhada e meu sobrinho, almoçamos juntos. Falamos da vida, política, futebol, amor, relacionamentos, família, contamos piada, falamos do nada, rimos e brincamos muito um com o outro. Isso tudo do meio-dia às 13h30min, ou seja, uma hora e meia.
Minha rotina é simples e nela prezo muito pela minha família embora não reconheça nela nenhum exemplo de união. Procuro fazer minha parte e não gosto de ficar lamentando a sorte ou invejando a família dos outros. Não fomos criados com pequenos gestos e tivemos inúmeras dificuldades na nossa criação.
Por isso, ainda hoje, surgem atritos e discussões entre a gente mas sei que no fundo, gostamos muito um do outro. Conheço muita gente que dá mais bola para o cachorro de estimação do que para um irmão de sangue. Alegam que falta de tempo para uma visita, um telefonema, um e-mail para alguém mais próximo da família mas encontram tempo suficiente para passearem no parque com seus bichinhos de estimação.
Adoro bichos, mas prefiro seres humanos. Acho mais interessante um café na casa da minha mãe ou uma visita aos meus tios ou ainda, um almoço de família com um de meus irmãos. Sou daqueles que ainda acha que família é tudo, mesmo que lá em casa ainda não saibam dizer \"eu te amo minha irmã \" eu gosto de você meu irmão\" e que ainda fiquem constrangidos com um beijo no rosto ou um simples abraço.
A catequese precisa deste incentivo, destas pequenas coisas. A família é a base de tudo. Conversar sobre a importância de valorizar o pai, a mãe, os irmãos, o sentido do perdão e a importância dos pequenos gestos, do qual sou um defensor \"ferrenho\".
Um bom dia, um \"olá\" um \"oi\", um beijo no rosto, um \"muito obrigado\" ou \"desculpas\", estas coisas, precisam começar em casa e continuar na escola e na catequese. Os encontros podem ser um exercício e tanto para que tudo isso aconteça. Mas não tenha medo de iniciar este processo desde o início.
Exija, coloque como regra, todos devem se cumprimentar ao chegar e ao sair dos encontros de catequese. Faça esta cobrança com o poder de catequista que você tem,pois estas pequenas atitudes são fundamentais. Isso é evangelização. Ensinar boas maneiras é educar para a paz, para a vida e isso é sim senhor, tarefa do catequista.
Regra básica da catequese: não deixe que nenhum de seus alunos entre em sala de aula sem olhar nos olhos de seus colegas, sem um \"toque\". Insista com isso, pode ser do jeito deles não tem problema, é até melhor. Mas eles precisam desta aproximação. Você, como catequista, é fundamental para que isso aconteça.
E se também você, no trato com as pessoas que lhe são próximas, não tem muito jeito para estas coisas, comece a exercitar, tente pelo menos. Ninguém pode ensinar para os outros aquilo que não tem. Minha família não é a melhor do mundo, mas para mim é tudo. A catequese precisa saber disso. Os catequistas precisam ensinar isso como uma verdade a ser exercitada e respeitada.
10 julho 2009
OS DEZ MANDAMENTOS DA FAMÍLIA PARA A CATEQUESE
1. Não sois uma ilha. Assim como precisais da família e da sociedade para fazer nascer e crescer o vosso filho, mesmo que a primeira responsabilidade seja sempre vossa, também precisais da Igreja, para que o vosso filho, renascido pelo Baptismo, cresça na fé.
2. Não vos bastais a vós próprios na educação da fé, mesmo que sejais os primeiros catequistas dos vossos filhos. Os catequistas da nossa paróquia estão à vossa disposição,não para ser vossos substitutos, mas para se tornarem vossos colaboradores na educação da fé. O seu trabalho, feito em comunhão com a Igreja, será sempre em vão, sem o vosso empenho e colaboração!
3.Não falteis à Catequese. A Catequese não é um "ensino" avulso e desorganizado.
É uma educação da fé, feita de modo ordenado e sistemático, de acordo com o programa definido pelos Catecismos. As faltas à Catequese (e à Eucaristia da Catequese) quebram a sequência normal da descoberta e do caminho da fé. Velai pela assiduidade dos vossos filhos. E pelo seu acompanhamento, num estreito diálogo com o pároco e os catequistas.
4. Não espereis que a Catequese faça bons alunos. Antes, procurai que ela vos ajude a formar discípulos de Jesus, que O seguem, em comunidade. Não desprezeis a comunidade dos Seus discípulos, a Igreja, nos seus projectos, obras e iniciativas.
5.Não queirais, apesar de tudo, que a Catequese seja o vosso primeiro compromisso cristão. Participar na Eucaristia Dominical é um bem de primeira necessidade. Sabei organizar a agenda do fim-de-semana, pondo a Eucaristia, em primeiro lugar. Custe o que custar!
6.Não queirais que a Catequese substitua as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica nem o contrário. Porque a Catequese, não é uma "aula", em ambiente escolar, dirigida sobretudo à inteligência, e destinada a articular a relação entre a fé e a cultura. A Catequese é sobretudo um "encontro", no ambiente da comunidade, que se dirige à conversão da pessoa inteira, à sua mente, ao seu coração, à sua vida. A disciplina de EMRC e a Catequese não se excluem mas implicam-se mutuamente.
7. Não estejais preocupados por que os vossos filhos "saibam muitas coisas". Mas alegrai-vos sempre, ao verificardes que eles saboreiam a alegria de serem cristãos, e vão descobrindo, com outros cristãos, a Pessoa e o Mistério de Jesus, o Amigo por excelência, o Homem Novo, o Deus vivo e o Senhor das suas vidas!
8.Não exijais dos vossos filhos, o que não sois capazes de dar. Por isso, procurai receber vós próprios formação e catequese, para estardes mais esclarecidos e mais bem preparados. Procurai estar onde eles estão. Rezar e celebrar com eles, de modo a que a vossa fé seja vivida em comum na pequena Igreja que é a família e se exprima na grande família que é a Igreja.
9.Não exijais dos vossos filhos o que não sois capazes de fazer. Procurai pensar e viver de acordo com os valores do Evangelho. Sabeis bem que o testemunho é a primeira forma de evangelização. Deste modo, eles aceitarão melhor a proposta dos vossos ideais e valores.
10. Não cedais à tentação de "mandar" os filhos à Catequese, para vos verdes livres deles ou para fugirdes às vossas responsabilidades.
OS DEZ MANDAMENTOS DA FAMÍLIA PARA A CATEQUESE
1. Não sois uma ilha.
Assim como precisais da família e da sociedade para fazer nascer e crescer o vosso filho, mesmo que a primeira responsabilidade seja sempre vossa, também precisais da Igreja, para que o vosso filho, renascido pelo Baptismo, cresça na fé.
2. Não vos bastais a vós próprios na educação da fé,
mesmo que sejais os primeiros catequistas dos vossos filhos. Os catequistas da nossa paróquia estão à vossa disposição,não para ser vossos substitutos, mas para se tornarem vossos colaboradores na educação da fé. O seu trabalho, feito em comunhão com a Igreja, será sempre em vão, sem o vosso empenho e colaboração!
3.Não falteis à Catequese.
A Catequese não é um "ensino" avulso e desorganizado.
É uma educação da fé, feita de modo ordenado e sistemático, de acordo com o programa definido pelos Catecismos. As faltas à Catequese (e à Eucaristia da Catequese) quebram a sequência normal da descoberta e do caminho da fé. Velai pela assiduidade dos vossos filhos. E pelo seu acompanhamento, num estreito diálogo com o pároco e os catequistas.
4. Não espereis que a Catequese faça bons alunos. Antes, procurai que ela vos ajude a formar discípulos de Jesus,
que O seguem, em comunidade. Não desprezeis a comunidade dos Seus discípulos, a Igreja, nos seus projectos, obras e iniciativas.
5.Não queirais, apesar de tudo, que a Catequese seja o vosso primeiro compromisso cristão.
Participar na Eucaristia Dominical é um bem de primeira necessidade. Sabei organizar a agenda do fim-de-semana, pondo a Eucaristia, em primeiro lugar. Custe o que custar!
6.Não queirais que a Catequese substitua as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica nem o contrário.
Porque a Catequese, não é uma "aula", em ambiente escolar, dirigida sobretudo à inteligência, e destinada a articular a relação entre a fé e a cultura. A Catequese é sobretudo um "encontro", no ambiente da comunidade, que se dirige à conversão da pessoa inteira, à sua mente, ao seu coração, à sua vida. A disciplina de EMRC e a Catequese não se excluem mas implicam-se mutuamente.
7. Não estejais preocupados por que os vossos filhos "saibam muitas coisas".
Mas alegrai-vos sempre, ao verificardes que eles saboreiam a alegria de serem cristãos, e vão descobrindo, com outros cristãos, a Pessoa e o Mistério de Jesus, o Amigo por excelência, o Homem Novo, o Deus vivo e o Senhor das suas vidas!
8.Não exijais dos vossos filhos, o que não sois capazes de dar.
Por isso, procurai receber vós próprios formação e catequese, para estardes mais esclarecidos e mais bem preparados. Procurai estar onde eles estão. Rezar e celebrar com eles, de modo a que a vossa fé seja vivida em comum na pequena Igreja que é a família e se exprima na grande família que é a Igreja.
9.Não exijais dos vossos filhos o que não sois capazes de fazer.
Procurai pensar e viver de acordo com os valores do Evangelho. Sabeis bem que o testemunho é a primeira forma de evangelização. Deste modo, eles aceitarão melhor a proposta dos vossos ideais e valores.
10. Não cedais à tentação de "mandar" os filhos à Catequese, para vos verdes livres deles ou para fugirdes às vossas responsabilidades.






