15 março 2011

Modelo para encontros

A tempos que posto matérias que envolve o assunto de roteiros p-ara encontros, formatos de encontros. Pois bem aqui é mais um:
1° ACOLHIDA
O catequista deverá estar sempre atento à acolhida dos catequizandos. A acolhida deverá estar presente em todo encontro para que os catequizandos se sintam sempre num ambiente bem fraterno.
Toda pessoa necessita ser reconhecida individualmente, como gente. Ser conhecida pelo nome um “rosto” e uma historia própria.
Por isso, é importante que tendo sido reconhecida como pessoas devem sentir-se aceitas e amadas pelo catequista.
2° MOTIVAÇÃO
O tema devera ser apresentado a partir do levantamento e do conhecimento da realidade. É um olhar para a realidade.
Esta parte exige muito do catequista. Ele deverá procurar conhecer cada catequizando, a sua pessoa, a sua realidade familiar por meio de visitas, como também conhecer a vida da comunidade e outras realidades que os envolvem.
Na “motivação” serão dadas sugestões para ajudar os catequizandos a interessares-se pela catequese e pela vida das pessoas.
E, através de perguntas, historias e estórias, cartazes, etc.. O catequizando deve chegar a perceber a ligação do conteúdo da fé com sua própria vida.
Nesta parte do encontro é importante deixar o catequizando manifestar as suas experiências, o que pensa com se sente diante dos acontecimentos.
Partindo do sentido e do pensar dos catequizandos, o catequista colocará um tema, mexendo com o mundo deles.
O VER é ver o terreno onde vivemos. É prepara o terreno da realidade para num segundo momento, jogar a semente da palavra de Deus, ou seja, o JULGAR.
3° A COLOCAÇÃO DO TEMA (JULGAR)
A catequista procura colocar e desenvolver o tema ou o assunto do encontro numa linguagem simples, levando em conta o vocabulário do catequizando , dialogando com ele , aproveitando tudo o que foi falado na “motivação do tema”.
Partindo da motivação, usar os recursos de uma catequese dinâmica: diálogo, cartazes, dramatizações, cantos, foto-liguagem, etc.
O dialogo deve levar o catequizando á oração, colocando-o frente com a palavra de Deus, com o compromisso de colocá-la em prática na vida diária.
4° AÇÃO – (O AGIR TRANSFORMADOR)
A finalidade desta parte é fazer com que catequista e catequizando levem á prática o que refletiram no encontro.
É o agir transformador.
Ele está ligado á palavra de Deus que nos questiona e tem como objetivo a mudança de vida das pessoas, buscando uma sociedade justa e fraterna.
5° ATIVIDADES
A catequese deve ter atividades que ajudem catequistas e catequizandos a aprofundaram o tema do encontro, a se unirem mais e a viverem em grupo, formando comunidade.
Cada tema apresentará sugestões de atividades. Além disso, o catequista deverá usar de sua criatividade e apresentar outras atividades que sejam para próprias para o tema do encontro.
6° ORAÇÃO
A oração é a resposta de fé à mensagem recebida. Deve levar a uma ação concreta. É importante que o catequista desperte no catequizando o gosto pela oração.
A oração não deve ficar apenas em saber de cór as orações. O catequizando deve se acostumar a conversar naturalmente com Deus, com muita espontaneidade.
7° CELEBRAR
O catequista procurará, em todos os encontros, fazer uma pequena celebração para despertar no catequizando a necessidade de celebrar os seus sentimentos e os sentimentos dos cristãos que nascem da luta pelo compromisso com o povo. A celebração fortaleza a aliança com Deus e com os irmãos.
Estas celebrações também irão dando mais sentido à celebração eucarística, fortalecendo a participação na liturgia.

14 março 2011

Deus é devoto de Maria

Ele a escolheu e perguntou se queria ser sua mãe. Escolher é respeitar, venerar, tratar com respeito, devoção. Assim, o primeiro devoto de Maria, é Deus. E enviou-a a Fátima, Lourdes, Guadalupe, e tantos outros lugares do mundo, falar nos do infinito amor de Deus pela humanidade.

13 março 2011

Respeito pelas religiões

“religião é como mãe.
Se a gente tem uma,
Não queremos trocar por nenhuma outra.
E se o outro tem uma e gosta dela,
A gente aplaude.
Pessoas bem educadas sabem conviver
Com sua própria mãe
E com a mãe dos outros”
Comentário
“Mestre, vimos alguém que não nos segue, expulsando demônios em teu nome, e o impedimos, porque não nos seguia.
Jesus, porém, disse: ”Não o impeçais, pois não há ninguém que faça um milagre em meu nome e logo depois possa falar mal de mim.
“Porque quem não é contra nós, é por nós”. (Mc 9, 38-40)

09 março 2011

O REIRNO QUE VEIO E QUE VIRÁ


Há uma idéia muito difundida de que devemos rezar para que Deus nos projete que Deus ajuda sempre quem mais procura quem reza mais. Ultimamente surgiram igrejas que divulgam uma teologia de prosperidade, oferecem não só curas e solução para problemas psicológicos e afetivos, mas também prosperidade econômica. Quem paga fielmente seu dízimo fica rico.
Diante disso, ser pobre, ser malvisto e até perseguido pelos que mandam na sociedade deve ser uma maldição de Deus e sinal de falta de fé.
Os ouvintes do sermão da montanha eram pobres, doentes, desesperados que vinham à sua procura. Ele, então, senta-se para dar instruções, na montanha como novo Moisés.
Começa com as oito bem-aventuranças. A primeira e a última são semelhantes: Aos pobres e aos perseguidos pertence, já no presente, o reino de Deus. O reinado de Deus é coisa deles. Os pobres por opção(pobres de espírito), e os perseguidos por causa da justiça(aquela que Deus quer), são desalojados deste mundo, mas então em casa no reinado de Deus.
Chegando o reinado de Deus, três categorias de sofredores vão, no futuro, superar seus problemas. Os que choram vão rir, os que têm fome e sede vão se saciar, os mansos ( os carentes, os zé-ninguém), serão donos, serão senhores. E os três que colaboram, isto é, os misericordiosos, os puros e os que fazem a paz, terão suas recompensas.  

07 março 2011

Quaresma: o retiro da igreja

Em 09 de março, quarta-feira de cinzas, a igreja começa a Quaresma, seu retiro anula de 40 dias, recordando os 40 dias que Jesus permaneceu no deserto a fim de prepara-se para cumprir sua missão de anunciara aos seres humanos a novidade do pai. Diz o velho testamento que ele jejuou durante todo esse tempo e, no fim, sentiu fome. Aproveitando dessa necessidade vital, satanás o tenta, mandando que ele transformasse pedras em pão ­­­­­­­­­­­­­­­­, alem de fazer outras propostas lisonjeiras. Jesus age a tudo e depois da tentação, parte para comunicar a boa noticia da salvação.
A Quaresma é, para igreja, o que a permanecia de 40 dias no deserto foi para o filho de Deus: um tempo mais intensos de exercícios espirituais que prepare os cristãos para celebrar os grandes mistérios cristológicos, a paixão, morte e ressurreição do senhor. A memória desses eventos não pode ser improvisada; por isso a liturgia quaresmal, muito rica e significativa objetiva a renovação interior do povo de Deus, para que ele possa colher e saborear os frutos da páscoa. Mas isso só ocorrerá se, no cronograma da quaresma, houver espaço para a conversão, para a penitência, para a oração e para a vivência da caridade.
Tais exigências não sintonizam muito com o perfil do ser humano moderno, pragmático, pouco interessado nos valores espirituais, individualista e resistente a tudo que pede esforços. É necessário, portanto, que os cristãos se convertam, vivam intensamente a Quaresma, a fim de converter esta sociedade que, a passos largos, foge do ressuscitado e, cada dia mais, se distancia do reino de Deus.