25 dezembro 2010

VOCÊ SABE EM QUE DATA FOI FUNDADA A SUA IGREJA?


Católica - Jesus Cristo - DC 30 - Jerusalém





Luterana - Martinho Lutero - 1517 - Alemanha




Episcopal - Henrique VIll - 1534 - Inglaterra  





Exército da Salvação - William Booth - 1865 - Estados Unidos 





Deus é Amor - David Miranda - 1962 – Brasill




Hare-Krishna



(Conjunto de superstições trazidas para o ocidente por Bhaktivedanta Swami em 1965 de antigas crenças hindus) 

  

Metodista - John Wesley - 1739 - Inglaterra  



Mormom - Joseph Smith - 1831 - Estados Unidos  
Nova Vida - Robert Mc'Alister - 1961 - Brasil l 


Presbiteriana - John Knox - 1560 - Escócia  

 Igreja do Evangelho Quadrangular - Aimée S MacPherson - 1927 - USA
 Rosa-Cruz - Johannes V. Andreae - 1610 - Alemanha


Testemunha de Jeová - Charles T. Russel - 1874 - Estados Unidos







Adventista - William Miller - 1831 - Estados Unidos




Universal do Reino de Deus - Edir Macedo Bezerra - 1975 - Brasil 

Espiritismo - Irmãs Fox - 1847 - Estados Unidos 

Batista - John Smyth - 1609 - Holanda 



Lembre-se a Bíblia (Mt 16,17-18), e a História Universal nos ensinam que a verdadeira Igreja começou com Jesus Cristo há quase dois mil anos, e não com homens ou mulheres quinze ou dezenove séculos mais tarde. Há portanto, só uma Igreja Verdadeira. Essa Igreja é o prolongamento de Cristo na História e, por meio dela, Jesus "quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade." (1Tim 2,4)


Quem sois vós? De onde viestes? Por que nascestes tão tarde? Onde é que se achava a Igreja de Cristo antes de vós? A Santa Bíblia é que nos alerta contra os hereges: "Rogo-vos, irmãos, que noteis aqueles que causam as divisões e ofensas contra a doutrina que aprendestes; apartai-vos deles." (Gal 1,6-7)


Uma pesquisa simples de história comprova que a primeira igreja cristã foi a Igreja católica. Ela foi fundada quando Jesus Cristo disse a Pedro.







"Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja...." (Mt 16,l8a); e na continuação destas palavras deu uma garantia para todos os séculos: "...as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt 16,l8b). 






Durante os três anos do seu ministério, pela pregação da Palavra e por meio de "milagres, prodígios e sinais" (Atos 2,22), preparou os seus seguidores para darem continuidade a sua obra. De um modo mais especial, entre os seus discípulos "...escolheu doze entre eles, que chamou de apóstolos. "(Lc 6,13).






Entre as principais orientações de Jesus dadas aos apóstolos destacam-se: continuar a obra iniciada por Ele: "Por onde andardes anunciai que o reino dos céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai" (Mt 10,7-8). 


22 dezembro 2010

Símbolos do natal

DATA – A comemoração do Natal no dia 25 de dezembro iniciou-se no ano 336, por decisão do Papa Júlio I. Até essa época o Natal era comemorado em diversas datas, conforme a tradição de cada país, pois os evangelhos não trazem nenhuma informação sobre a data precisa para o nascimento de Jesus. O dia 25 foi escolhido para substituir as festas pagãs do “natalis Solis invictus” (o nascimento do Sol invicto). Para os cristãos, Jesus é o verdadeiro sol que ilumina todo homem. Portanto, em um processo de inculturação do evangelho, a Igreja substituiu as festas pagãs em homenagem ao astro-rei por uma homenagem ao verdadeiro Rei.
PRESÉPIO – É o mais significativo dos símbolos do Natal. O primeiro presépio de que se tem notícia foi montado por São Francisco de Assis, na cidade italiana de Greccio, no ano de 1223. Francisco teve a idéia de reproduzir o cenário da noite de Belém: armou uma choupana, onde colocou a manjedoura, rodeada de animais, pronta para acolher os personagens centrais da narrativa: José, Maria e o Menino recém-nascido. Francisco chamou os habitantes das proximidades, para que na noite de Natal estivessem presentes naquele local humilde, que tão bem relembrava o episódio daquela outra “noite” bela e inesquecível, a do nascimento do Menino-Deus.
COROA – A palavra “advento” vem da expressão latina “ad venire”, que significa “o que há de vir”. Trata-se do período de quatro semanas que antecedem ao Natal, durante o qual se costuma enfeitar as igrejas e os lares com a Coroa do Advento. É uma guirlanda, geralmente verde, sinal de esperança e de vida, enfeitada com uma fita vermelha, que simboliza o amor de Deus por nós.
ÁRVORE – No inverno rigoroso do Hemisfério Norte, debaixo da neve constante, as árvores perdem suas folhas e somente o pinheiro permanece verde. Desse modo, a Árvore de Natal representa a figura de Cristo, a verdadeira vida, em qualquer lugar e em qualquer tempo. As bolas coloridas que a enfeitam são símbolos dos dons que o nascimento de Jesus nos traz. Também representam as boas ações praticadas por quem segue Jesus.
A árvore de Natal é um sinal da “deslumbrante luz” de Jesus, afirmou o Papa Bento XVI ao receber (no dia 17 de dezembro de 2005) um grupo de peregrinos da Áustria, entre os quais se encontravam representantes civis e eclesiásticos, que o presentearam com uma imponente árvore procedente dos bosques de Eferding e que brilhou na Praça São Pedro, no Vaticano. “Com
sua luminosa presença, Jesus dissipou as trevas do erro e do
pecado e trouxe à humanidade a alegria da deslumbrante luz divina,
da qual a árvore natalina é sinal e recordação” – disse o papa. Ele
reconheceu que, neste sentido, a árvore de Natal é um convite a
acolher no coração o dom da alegria, da paz e do amor de Jesus.
ESTRELA – Quando Jesus nasceu, conta a história que reis magos, vindos do Oriente,
chegaram a Jerusalém à procura do Menino Deus, guiados por uma estrela. A grande
e brilhante estrela de Natal, símbolo do próprio Jesus a apontar o caminho de nossa
vida, tem quatro pontas e uma cauda luminosa. As quatro pontas representam as
direções da Terra, significando que de todos os lados vêm pessoas para adorar o
Menino Jesus.

Questões de fé

IGREJA:
Foi fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo. Só existe uma Igreja: a Católica. Ela sendo assistida pelo Espírito Santo jamais ensinou, em matéria de Fé e Moral, qualquer coisa errada. É heresia dizer que a Igreja se afastou da verdade, ensinando coisas erradas.

Cristo prometeu solenemente ficar com sua Igreja até o fim do mundo. Eu creio na promessa Dele e quem diz que a Igreja errou ou erra, blasfema contra Cristo. Prova da Bíblia: Mateus 16, 18-19; 28,20; João 14,16-17.26; Lucas 1, 32-33; Daniel 2,44; João 10, 16; 16, 13; I Coríntios 5, 1-7.
IMACULADA CONCEIÇÃO:
A Virgem Maria foi concebida sem a mancha do pecado original. No primeiro instante da concepção da Virgem Maria, no seio de Sant’Ana Deus por sua onipotência, infunde nela a plenitude de sua graça, pré-remindo-a da herança do pecado original. Isso tudo em razão da sua eleição para ser a Mãe do Deus Encarnado. A Igreja sempre, desde os Apóstolos, ensinou porque creu nessas verdade. Prova da Bíblia: Gênesis 3,15; Apocalipse 12, 1-6.13.
Favor comparar esses textos. Em ambos uma mesma verdade: a batalha do demônio contra A Mulher (Virgem Maria) e a Virgem Maria é a sempre vencedora. Se a Virgem Maria tivesse nascido com o pecado original já entraria na vida derrotada pelo demônio. E graças a Deus por sua Imaculada Conceição, pois a Mãe do meu Salvador não é uma pecadora, uma mulher qualquer. Cristo recebeu carne e sangue-vida- uma verdadeira e única pessoa que é Deus, no seio puríssimo da nossa Mãezinha do Céu. Graças a Deus que sou católico. No passado como pastor ofendi ao doce Salvador dizendo que a Mãe Dele era pecadora, uma mulher como outra qualquer. Já me arrependi desse grave pecado, confessei-o e agora tento reparar o mal que pratiquei, amando a Mãe do Meu Senhor e minha Mãe.
Leia ainda Lucas 1, 28-30 – O Arcanjo lhe presta um culto de veneração reconhecendo-a Cheia de Graça, porque nela não falta nenhuma graça. Principalmente a da pureza original. Não é uma mulher qualquer, é a : “Bendita entre todas as mulheres”. “O Senhor é contigo … encontraste graça diante de Deus”. E tudo isso é reconhecido antes mesmo dela conceber o Salvador do Mundo.
O demônio odiando a Virgem Maria procura seduzir os fracos para não honrar a Mãe de Deus e assim neles não se cumpre a profecia de Lucas 1,48. Graças a Deus que somos católicos e assim a profecia se cumpre todos os dias, do início até a consumação de tudo.
IMAGENS:
Deus não condena as imagens, mas manda fazê-las e até dá sabedoria aos homens para fazê-las bem feito. Deus condena é a idolatria. Quem pratica idolatria, que é pecado grave, não se arrependendo e confessando ao Padre o seu pecado, perde a Fé Verdadeira, sai da Igreja e vai para as seitas.
Deus enche de sabedoria para fazer as imagens dos querubins (anjos) a dois artífices. Compare Êxodo 25, 18 com Êxodo 31, 1-6.
Leia ainda a ordem de Deus para se fazer imagens: I Crônicas 28, 18; Ezequiel 41, 17-21: “coberto de figuras (isto é, imagens )”. Ainda Hebreus 9,5; Números 21, 7-10 comparar com João 3,14.
INDULGÊNCIAS:
Poder concedido à Igreja; mais precisamente o poder das chaves, o ligar e desligar concedido ao Papa Pedro e a todos os seus sucessores. Leia Mateus 16, 18 e 2 Coríntios 2, 6-10.
INFERNO:
É o lugar e estado de eterna infelicidade em que se acham as almas dos condenados. É dogma de fé que as almas dos que morrem em estado de pecado mortal vão para o inferno.
Que nega a existência do inferno é herético e não católico.
Os adventistas do 7º Dia (mais conhecidos como Sabatistas) e os russelistas (erroneamente chamados testemunhas de Jeová) e outras seitas do mundo protestante negam a existência do inferno.
A prova da Bíblia: Daniel 12,2; Judite 16,17; Isaías 66,24; Sabedoria 4, 19; 3,10;6,5ss.
Jesus fala claramente e de maneira firme sobre a realidade do inferno: Mateus 5, 22-29 s; 10,28; 18,9;23,15-33; Marcos 9,46s; Mateus 25, 30.41.46; Mateus 3,12; Marcos 9,42; Mateus 13,42-50; Mateus 8, 12;22, 13;24, 51; Lucas 13,28-2 Tessalonissences 1,9; Romanos 2, 6-9; Hebreus 10, 26-31; Apocalipse 21, 8; 20,10;2 Pedro 2,6; Judas 7.
A Natureza do Inferno: perda da visão beatífica: Mateus 25,41; Mateus 25,12; I Coríntios 6,9; Lucas 13, 27;14,24; Apocalipse 22,15. Também sofrerão tormentos sensíveis designado pelo fogo, grito de horror e ranger de dentes, desespero e ódio.
Todos os que rejeitam a Cristo e a sua Igreja, bem como os maiores assassinos, estupradores estarão lá.
No inferno terão a companhia eterna dos demônios e homens ímpios. No inferno não existe amizade, sentimento fraternal, filial, nada, só o ódio.
Nessa hora quem sabe alguém está prestes a cair no fogo do inferno. Paremos nossa leitura e rezemos pela conversão desses pecadores. Evangelizar é salvar as almas do abismo do inferno. O inferno é eterno e terrível. Eterno: sempre … sempre … sempre…
INTERCESSÃO DOS SANTOS:
Começa nesta vida: João 14, 13-14; 15,7; I João 3,22; Jeremias 11,14; Sabedoria 18,2-22; Números 17,6-15-17; I Samuel 12,19; Judite 8,29. Essa intercessão é aconselhada por Deus: Jó 42,8; Gênesis 20,1-8; Mateus 5,44; Tiago 5,16. Os anjos exercem esse ministério: Zacarias 1,12-13. Nosso Senhor diz que eles são nossos amigos no Céu: Lucas 16,9; Apocalipse 8,3.
Que bom termos alguém que roga por nós no Céu. O amor nunca acaba.
IRMÃOS DE JESUS:
Na Bíblia a palavra irmãos pode significar também parentes próximos. Exemplos: Gênesis 13,8; 14, 14;12,4-5; 29,13; Levítico 10, 1-4; I Crônicas 23,22; Tobias 8,8.
Observação: trazem já a tradução correta algumas passagens onde aparece a palavra irmãos e são traduzidos primos (Exemplo: Tobias 8,9).
Os ditos irmãos de Jesus são na verdade seus primos. Leia e compare: Mateus 13, 55-56 com Mateus 27,56 e mais Marcos 15,40 e João 19,25 e Judas 1 e Lucas 6,15.
Maiores detalhes ver nosso livro “Em Defesa da Fé”.
JEJUM:
Recomendado pela palavra de Deus: Joel 2,12; Esdras 8,23; Neemias 1,4; Tobias 12,8; Daniel 10,3; Atos 10,4; Jonas 3, 5.10. É eficaz contra o demônio: Marcos 9,29.
Deve ser praticado por todos os cristãos: Mateus 9,15; Atos 13,2-3; 14,23; 2 Coríntios 6,4-5; 11,27; Mateus 4, 2; 3,4.
Nosso Senhor e os Apóstolos jejuavam constantemente.
O jejum faz bem para a alma e para o corpo.


27 novembro 2010

Uso da camisinha


Pedi a opinião do meu professor do curso sobre a polêmica do uso da camisinha, após declarações do Papa Bento XVI em um livro de entrevista e publico abaixo a resposta dele:

É sempre bom pesquisar antes em um órgão de notícias da Igreja pois outras fontes costumam distorcer este tipo de notícia. Neste caso, recomendo acessar Zenit.

Acho que o que tem causado mais alarde na imprensa é a questão da camisinha e não a da homossexualidade. Então, sobre camisinha, simplesmente a Igreja continua com o ensino tradicional do seu Magistério, embora não pareça.

A doutrina da Igreja permanece clara: as relações sexuais entre 2 pessoas devem ser vividas somente dentro do casamento. Fora dele, não estão de acordo com o plano de Deus. Ora, dentro do contexto do sexo dentro da fidelidade de um casamento, qual a necessidade da camisinha? Nenhuma. Portanto, poderíamos dizer que a Igreja é contra a camisinha no sentido que seu uso se dá nas situações de pecado.

Logo, como seu uso estaria ligado a estas situações, um pronunciamento a seu favor de forma genérica (que não é o caso) simplesmente traria a confusão, ou seja, que os comportamentos que a acompanham também seriam legítimos. Ou seja, a camisinha poderia ser usada como um pretexto para os comportamentos reprováveis, já que daria proteção (que também não é tão alta assim...).

Mas observemos o seguinte: o Papa falou de um caso específico - os garotos de programa ou, por extensão, as prostitutas. Estes já tomaram sua decisão de não seguir os ensinamentos da castidade. Não é o uso ou não da camisinha que os farão parar com seu comportamento.
É como se disséssemos: "Não prossigam neste caminho pois não são esses os planos de Deus a respeito dos seres humanos, da família, etc. Entretanto, se sua decisão é irrevogável, então protejam-se e evitem se contaminar ou contaminar os semelhantes usando a camisinha e reduzindo as chances de contágio."

Entendeu a diferença? Eles já decidiram não agir de acordo com os ensinamentos de Jesus transmitidos pela Igreja, então porque não evitar um mal maior?
Eu faço uma comparação exagerada para perceber a sutileza da questão (como toda comparação, não é totalmente igual - apresenta apenas algum aspecto comum para esclarecer): Digamos que uma pessoa muito querida tenha tomado a irrevogável decisão de matar alguém e nada o remova dessa decisão. Suponhamos que não há como impedi-la. Diríamos então para que ela fosse sem colete a prova de balas, já que o uso do colete só é permitido por policiais a serviço da população ou por inocentes sob proteção da justiça? Espero que o exemplo tenha ajudado e não prejudicado.

Causou este rebuliço todo porque creio que nenhum Papa tenha entrado em detalhes como esse até hoje, mas o ensinamento continua o mesmo.
Não é por isso que podemos dizer que governos que distribuem camisinha simplesmente estejam corretos, porque neste caso, há um incentivo às relações sexuais abertas, desde que sejam seguras. Não é o caso das prostitutas e garotos de programa que já tem sua decisão tomada, independente de camisinha ou não.

Portanto, pra mim não mudou nada no ensinamento e sua aplicação. Entretanto, é claro que parte da imprensa vai jogar com isso para dizer que a Igreja está revendo seus ensinamentos e tentar generalizar para outros casos.

(Escrito por Antônio José, por email)
TEXTO TIRADO DO BLOG:
http://semeandocatequese.blogspot.com/2010/11/uso-da-camisinha.html

26 setembro 2010

13 setembro 2010

Escolhida música do hino da Campanha da Fraternidade de 2011

A letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2011 já havia sido escolhida através de concurso realizado, de setembro a dezembro de 2009. Agora foi escolhida a música. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu mais de 80 músicas e a escolha foi feita por uma equipe formada por profissionais da área liturgico-musical e homologada pelos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep).
O assessor de músicas da CNBB, padre José Carlos Sala, ressalta a riqueza das composições e a grande diversidade musical, própria da realidade cultural de nosso país. “A letra do hino tem profunda fundamentação bíblica, é um convite à reflexão sobre as agressões à vida no planeta e um impulso maior ao cuidado da vida. Nossa mãe terra, Senhor, geme de dor noite e dia. Será de parto essa dor? Ou simplesmente agonia?! Vai depender só de nós!”, destaca o assessor, citando um dos trechos do hino da CF 2011.
Desde 2006, por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep), o CD da Campanha da Fraternidade traz o hino e o repertório quaresmal correspondente a cada ano.
Segundo o padre Sala, o hino poder ser executado nas celebrações, a critério da equipe de celebração e de quem preside. “Por exemplo, em algum momento da homilia – o que facilitará a vinculação da liturgia da palavra com a vida (tema da CF) – ou nos ritos finais, no momento do envio”.
A Campanha da Fraternidade 2011 tem como tema: Fraternidade e a vida no planeta, lema: “A criação geme em dores de parto.” (Rm 8,22). A letra do hino foi composta pelo padre José Antônio de Oliveira, e a música é de Casimiro Nogueira. A CNBB agradece a todos aqueles que colocaram seus dos poéticos e musicais participando do concurso do Hino da CF 2011.
O hino passará agora pelo processo de gravação para no segundo semestre estar à disposição das comunidades.

Saúde pública será o tema da Campanha da Fraternidade de 2012

A Campanha de Fraternidade de 2012 já tem seu tema. Será “Fraternidade e saúde pública”. A escolha foi feita hoje, 23, pelo Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep), que esteve reunido na sede da Conferência desde ontem.
O tema da saúde foi apresentado pela Pastoral da Saúde, respaldado por um abaixo-assinado com 142 mil assinaturas. A decisão do Consep foi unânime

12 setembro 2010

Escolhido o cartaz da CF-2011

O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) escolheu,  o cartaz da Campanha da Fraternidade de 2011, que tem como tema “Fraternidade e a vida no planeta” e lema “A criação geme em dores de parto”. Um dos carros-chefes na divulgação da Campanha da Fraternidade, o cartaz é escolhido mediante concurso divulgado pelo Setor Comunicação Social da CNBB. Para a Campanha deste ano, foram publicados 180 mil cartazes.
O cartaz escolhido para 2011 concorreu com outros 56 e foi idealizado por um grupo de seis estudantes do 5º período de publicidade da PUC de Campinas. Segundo Valdir Gomes Gameleira Júnior, um dos membros do grupo, a escolha de sua peça é importante devido a importância social que tem a Campanha da Fraternidade. “Do ponto de vista profissional, [a escolha de nosso cartaz] é importante porque acrescenta ao nosso portfolio”, disse Junior.
Esta não é a primeira vez que alunos da PUC-Campinas vencem o concurso. “A Campanha da Fraternidade gera bastante expectativa nos alunos de publicidade da PUC-Campinas, que já entram na faculdade sabendo que, no 5º período, a gente participa do concurso”, explica o estudante. A PUC mantém a Agência de publicidade IGLOO Comunicação Criativa, que funciona como um laboratório para os alunos.
Participam do grupo vencedor os alunos Fernando Henrique Novais, João Gabriel Godoy G. Pinheiro, Fábio Pellicer Siqueira, Ana Carolina Angelotti, Luís Guilherme Valim e Valdir Gomes Gameleira Júnior.

29 agosto 2010

PAI NOSSO DO CATEQUISTA

PAI - NOSSO QUE ESTAIS NO CEU,
Pai de todos nós, vossos seguidores
Pai presente na missão de todos os catequistas
Pai que estais presente nos catequizandos que formamos
Pai, primeiro catequista da humanidade e mestre de sabedoria.
SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;
Santificado seja o vosso nome nas palavras que pronunciamos
Santificado seja o vosso nome no tempo que dedicamos aos catequizandos
Santificado seja o vosso nome pelo catequista que somos.
VENHA NOS O VOSSO REINO,
Reino de paz e humanidade
Reino de fé e Constancia
Reino de forca e coragem
Reino de serviço e doação
SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CEU;
Seja feita a vossa vontade nas palavras que dizemos
Seja feita a vossa vontade em tudo que testemunhamos
Seja feita a vossa vontade no testemunho que damos
Seja feita a vossa vontade no coração de todos.
O PAO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE;
Dai-nos o pão da esperança e segurança
Dai-nos o pão da vossa Palavra, o Evangelho.
Dai-nos o pão para comer, pão que sacia a fome.
Dai-nos o pão da fé e do vosso Amor, a Eucaristia.
PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS , ASSIM COMO NÓS
PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO;

Perdoai nossa fraqueza na fé
Perdoai nosso desanimo e descompromisso cristão
Perdoai nossa não correspondência ao vosso amor
Perdoem todos os que praticam o mal
E NAO NOS DEIXEI CAIR EM TENTACAO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL
Livrai-nos da tentação, da ambição e do orgulho
Livrai-nos da tentação de não falar em nome da vossa igreja
Livrai-nos da tentação do comodismo
Livrai-nos da tentação de não professar, com atos, a fé que assumimos.
AMEM !

28 agosto 2010

COMO FORMAR CRISTAMENTE OS PAIS?


Como formar cristãmente os pais? Esta pergunta, sempre pertinente, tem hoje uma ressonância peculiar, sobretudo em razão duma nova configuração da família: família nuclear, família com pouco tempo para o convívio familiar, família influenciada pelos meios de comunicação social, famílias com indefinição de papeis e de responsabilidades, família privatizada, família atípica, em número cada vez maior, etc.
Esta nova situação da família, designadamente da família na Europa, exige “à Igreja que anuncie com renovado vigor aquilo que diz o Evangelho sobre o matrimónio e a família, para individuar o seu significado e valor no desígnio salvífico de Deus. (…). Impõe-se redescobrir a verdade da família, enquanto íntima comunhão de vida e de amor, aberta à geração de novas pessoas; e também a sua dignidade de « igreja doméstica » e a sua participação na missão da Igreja e na vida da sociedade.
Segundo a Exortação apostólica Pós-Sinodal, “A Igreja na Europa”, “é necessário reconhecer que muitas famílias, pela sua existência vivida quotidianamente no amor, são testemunhas visíveis da presença de Jesus que as acompanha e sustenta com o dom do seu Espírito. Para apoiá-las no seu caminho, dever-se-á aprofundar a teologia e a espiritualidade do matrimónio e da família; proclamar, com firmeza, integralmente e mediante exemplos eficazes, a verdade e a beleza da família baseada no matrimónio, visto como união estável e fecunda dum homem e duma mulher; promover, em cada comunidade eclesial, uma pastoral familiar adequada e orgânica. Ao mesmo tempo é preciso prestar, com materna solicitude por parte da Igreja, uma ajuda àqueles que se encontram em situações difíceis, como, por exemplo, mães solteiras, pessoas separadas, divorciadas, filhos abandonados. Em todas as circunstâncias é necessário estimular, guiar e apoiar o devido protagonismo das famílias, singularmente ou associadas, na Igreja e na sociedade, e diligenciar para que se promovam políticas familiares autênticas e adequadas por parte dos diversos Estados e da própria União Europeia” (EE, 90-91)
 
Esta nova situação da família é um claro desafio à evangelização e ao trabalho sério e responsável com os pais das crianças e adolescentes que participam na catequese das nossas comunidades paroquiais.
Como vimos já, o trabalho com pais exige uma análise cuidada da realidade familiar local e sua participação na catequese, a proposta de objectivos e acções concretas, uma planificação (partilhada), uma temática significativa, e uma didáctica atraente e esmerada.
Para conseguir tais objectivos, e tendo em conta apenas o que nos cabe de ajuda possível, deixamos aqui duas pistas: uma relativamente à temática e outra relativamente à didáctica ou estratégia a desenvolver
 
UMA PROPOSTA TEMÁTICA
 
Em 1989, sob a orientação do então director do Secretariado da Catequese de Coimbra e hoje Bispo de Santarém e presidente da Comissão Episcopal de Educação Cristã, a Gráfica de Coimbra publicou um livro intitulado “Formação Cristã de Pais (Temas para reuniões de pais) — Da catequese dos filhos à formação dos Pais”.
Este guião, como se lhe chama na apresentação, segue “de perto o itinerário de catequese dos filhos até à Profissão de Fé ou Comunhão Solene” e oferece “dezoito temas para reuniões de pais (prevendo três reuniões por ano ao longo de seis anos) que nos ajudam a reflectir as principais realidades da fé que são comunicadas nesse período da catequese”.
O “guião” não oferece todavia a planificação ou operacionalização desses temas. Tendo em conta a nossa realidade diocesana, e reconhecendo a actualidade dos temas, ainda que sugerindo uma actualização considerável no tratamento e desenvolvimento dos mesmos, sobretudo em razão dos anos e acontecimentos ocorridos, das recentes orientações do magistério e da análise circunstancial de cada região, ousamos apresentar aqui uma estruturação possível destes temas para a infância e sugerir (o que não acontece no guião referido) estrutura idêntica para a catequese da adolescência:
 
REUNIÕES DE PAIS — CATEQUESE DA INFÃNCIA
 

1º Ano
2º Ano
3º Ano
4º Ano
5º Ano
6º Ano

 

Tema 1

(1º Periodo)
 
A Catequese hoje:
O que é e como se organiza
 
A educação moral da consciência

 
Lugar da Eucaristia na vida cristã
 
(Iniciação à ) Leitura do Evangelho em família
 
Desenvolvimento psicológico e educação da fé

 
Em que acredita o cristão

 

Tema 2

(2º Periodo)
 
Catequese dos filhos e formação cristã dos pais
 
Iniciação ao sentido do pecado e reconciliação
 
O Domingo,
Celebração indispensável para o cristão
 
Lugar da Palavra de Deus na vida cristã
 
Diálogo em família
 
A Dinâmica da fé cristã

 

Tema 3

(3º Periodo)

 
Iniciação à oração e oração em família
 
Primeira Comunhão, iniciação cristã das crianças
 
Família, paróquia e escola na educação da fé
 
A paróquia, comunidade de fé, esperança e caridade
 
Família Cristã, Igreja Doméstica
 
A Profissão de Fé
 
REUNIÕES DE PAIS — CATEQUESE DA ADOLESCÊNCIA
 

7º Ano
8º Ano
9º Ano
10º Ano
Tema 1
(1º Período)
Traços psicológicos da Adolescência
O Adolescente, ser em relação
A tarefa de ajudar a viver com sentido
Comprometidos com a ousadia de crer
Tema 2
(2º Período)
Valores para uma vida com projecto
Em relação com a pessoa de Jesus
Viver ou não viver segundo o Evangelho
Esta é a fé da Igreja
Tema 3
(3º Período)
A religiosidade do Adolescente
A Igreja, lugar de relação vital
Escolher a esperança
A fé que celebramos
 
Esta proposta temática tem como suporte os objectivos e competências assinaladas em cada bloco do guia do Catequista. Na preparação do que dizer, seria conveniente analisar com cuidado o que se aponta em cada bloco e adoptar ou reformular os objectivos aí propostos.
 
ESTRATÉGIA A DESENVOLVER
(Aspectos sobre “Como orientar as reuniões de pais”).
 
Uma Reunião de Pais, em catequese, nada tem a ver com uma Assembleia de Pais escolar. São encontros para sensibilizar, formar e evangelizar. Não podem ser uma instância de juízo ou censura de comportamentos, nem para “sermões ou discursos” mais ou menos moralizantes.
Assim, o orientador duma reunião de pais (padre ou catequista) deve ser um facilitador do processo comunicativo. O objectivo é transformar “pais clientes” em “pais colaboradores” e parceiros educativos. A reunião de pais “precisa de ser participada por todos os presentes sem deixar de ser orientada”. Há que interpelar, incentivar a participação, motivar, “manter o rumo da reunião e ajudar a alcançar uma conclusão clara”. “Importa preocupar-se também do como vai dizer e de quem e como vai ouvir”.
Há que cuidar com atenção e esmero das questões relativas ao encontro propriamente dito. Neste contexto, há que ter em atenção (que é preciso):
1) A convocatória / convite e a agenda — Esta convocatória / convite deve ser enviada atempadamente (nem muito antecipadamente nem em cima da hora); deve ser graficamente bem apresentada e agradável (não necessariamente de ser sempre em papel — podemos socorrer-nos de outros materiais baratos e acessíveis — apenas mais trabalhosos); deve ser mais criativa que formal; deve utilizar uma linguagem (não simplesmente verbal) simples e acessível; deve suscitar curiosidade e interesse pelo tema a apresentar; deve indicar de modo claro e inequívoco o tema, o local onde se realiza e a hora a que se começa;
2) O acolhimento — Como na catequese também o acolhimento aos pais é relevante. O acolhimento ambiencial deve ser cuidado: em sala limpa, bem iluminada, com cadeiras para todos, aquecido ou arrefecido, disposta convenientemente de acordo com os meios ou estratégias que se vão desenvolver; com arranjos florais convenientes, música de fundo, etc; O acolhimento humano deve ser significativo, acolhendo cada um dos casais que vão chegando e à medida que vão chegando, identificando-os como pais de, cumprimentando-os, suscitando à vontade; já em grande grupo, saudar cordialmente todos e dar as boas vindas.
3) A apresentação do tema — Na apresentação do tema sugerimos que se utilize o itinerário catequético, isto é, que se parta sempre d(e algum)a experiência humana significativa e comum a todos, se faça a leitura desta situação à luz da Palavra (escrita ou transmitida) e se possibilite a conversão em ordem a um agir novo e diverso; Seia também utilizarmos, tanto quanto possível, métodos activos: dinâmicas de grupo e audiovisuais. Para alguns dos temas propostas poder-se-á convidar pessoas mais habilitadas e de reconhecida qualidade intelectual (e se possível também espiritual). O convite a estas pessoas terá de ser devidamente enquadrado dentro dos objectivos a atingir e competências a desenvolver. Nesta situação também se pode fazer uma parceria entre o convidado, o orientador e os pais.
4) Trabalhos de Grupo e/ou reuniões de grupo — Se a reunião for para um grupo muito grande de pais (o que de todo se desaconselha) podem reunir-se, em algum dos momentos por grupos, seja para qualquer trabalho relativo ao tema, seja para diálogo concreto e orientado com o catequista respectivo. Os trabalhos de grupo podem funcionar como uma estratégia para “fazer falar”, sobretudo na abordagem de temas difíceis.
5) Oração e cântico finais. Se se seguiu o itinerário catequético, este momento será obviamente dispensável. Noutra situação será recomendável terminar com uma breve oração e cântico (ensaiado durante o acolhimento, do conhecimento de todos ou de fácil aprendizagem).
6) Breve convívio. Às vezes, entre dois dedos de conversa, entre dois goles de chá ou café, descobrem-se e dizem-se coisas profundamente sérias e significativas sobre os filhos, o modo de ser pais, etc. Seria oportuno, no final ou num intervalo, convidar e proporcionar um chã ou café.